Apresentação Climate-U

A Rede CLIMATE-U reúne universidades do mundo todo comprometidas em trabalhar juntas para contribuir com o enfrentamento da crise climática. Ela visa fortalecer as discussões e ações climáticas dentro de cada instituição de Educação Superior e criar novos ações colaborativas por meio do diálogo e do intercâmbio internacional.
A rede surgiu do projeto original Climate-U (Transforming Universities for a Changing Climate), que ocorreu de fevereiro de 2020 a janeiro de 2024, financiado pelo Global Challenges Research Fund. O projeto reuniu parceiros em oito países para aumentar seu potencial de abordar as causas e impactos das mudanças climáticas e contribuir para a tarefa mais ampla de entender o papel da educação na consecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável ( ODS ).
O projeto tem os seguintes objetivos centrais:
- Apoiar a ação local sobre as mudanças climáticas no Brasil, Fiji, Quênia, Índia, Indonésia e Tanzânia por meio da criação de grupos de pesquisa de ação participativa em universidades
- Avaliar a cobertura existente sobre as alterações climáticas nos currículos, na investigação e nas atividades de envolvimento comunitário das universidades nos quatro países
- Contribuir para a teoria e compreensão do impacto do ensino superior nas alterações climáticas e no desenvolvimento sustentável
- Construir e fortalecer redes universitárias nacionais, regionais e globais e o intercâmbio de conhecimentos sobre as alterações climáticas
- Apoiar a ação local sobre as mudanças climáticas no Brasil, Fiji, Quênia, Índia, Indonésia e Tanzânia por meio da criação de grupos de pesquisa de ação participativa em universidades
- Avaliar a cobertura existente sobre as alterações climáticas nos currículos, na investigação e nas atividades de envolvimento comunitário das universidades nos quatro países
- Contribuir para a teoria e compreensão do impacto do ensino superior nas alterações climáticas e no desenvolvimento sustentável
- Construir e fortalecer redes universitárias nacionais, regionais e globais e o intercâmbio de conhecimentos sobre as alterações climáticas
- Este projeto visa trazer benefícios às comunidades em quatro países de baixa e média renda por meio do aprimoramento das contribuições das universidades para enfrentar as mudanças climáticas.
- Os quatro países participantes do estudo contêm populações altamente vulneráveis aos impactos das mudanças climáticas. Em Fiji, o aumento do nível do mar é o principal risco. Quênia e Moçambique estão sujeitos a padrões climáticos extremos e ameaças à agricultura e à segurança alimentar, enquanto muitos brasileiros vivem em moradias precárias, vulneráveis a inundações. Todos os quatro países contêm proporções substanciais de suas populações vivendo na pobreza e sem acesso ao suporte que poderia ajudá-los a se adaptar a essas mudanças.
- Respostas positivas às mudanças climáticas podem existir na forma de mitigação ou adaptação, a primeira consistindo em medidas para prevenir ou limitar as mudanças no clima (principalmente por meio da emissão de gases de efeito estufa) por meio da defesa de mudanças políticas ou criação de alternativas, e a última para gerenciar os efeitos que já são evidentes.
União com comunidades por meio de pesquisa-ação participativa (PAR)
- O projeto envolve a criação de grupos PAR em cada uma das 15 universidades participantes. Cada grupo irá projetar e implementar uma intervenção: estas irão variar dependendo do contexto local, envolvendo um projeto de engajamento comunitário, um curso ministrado para estudantes, um plano de sustentabilidade institucional ou um programa de conscientização pública. Os beneficiários incluirão estudantes (adquirindo conhecimento, habilidades e valores diretamente por meio de cursos ministrados na universidade e por meio de experiências de aprendizagem mais amplas no campus e além); comunidades locais (por meio de sua participação em projetos universitários); grupos profissionais participando de treinamento direcionado; e o público em geral (por meio de programas de conscientização pública e contribuição para o debate público).
Mais informações no site: climate-uni.com
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